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Palestrando no dia do meu aniversário

Já tem alguns anos que mando apresentações para eventos e acaba não dando certo. Mas esse ano aconteceu 😀 Palestrei no Front in Floripa sobre design para programadores, com a palestra “Como deixar seu designer feliz – e ser feliz também”. Foi MUITO LEGAL!

Eu falei um pouco no blog das Anitas sobre como foi palestrar num evento de tecnologia, que é predominantemente masculino, e da responsabilidade de representar um gênero. Além disso, tentar aceitar que não ser perfeita é algo OK. E foi tudo bem, sabe? Eu tava tranquila, segura e a palestra foi super bacana!

E não é só isso!
E não é só isso!

Aliás, eu estava pensando como esse meu aniversário foi um dos melhores dos últimos anos. Conheci um monte de gente bacana e de noite quase 20 amigos meus apareceram no bar para comemorar comigo. Foi muito bacana 😀

Caralho melhor aniversário porra 🎈🎂🎁💜❤💛💙💚

Uma foto publicada por Marta Preuss (@mapreuss) em

Meu ano foi muito difícil. Eu acredito que a gente não precisa passar por uma situação ruim para amadurecer, mas já que eu passei que pelo menos tire coisas boas. E eu tirei coisas boas desse ano. Achei uma terapeuta maravilhosa que me ensinou a encontrar minha força e a lidar com meus fantasmas, comecei a pós, me uni a grupos feministas para aguentar passar pela opressão, achei clientes maravilhosos para freela, consegui trabalhar de casa com meus gatos, paguei minha dívida \o/.

Essa época no ano passado eu estava assustada, perdida, apavorada. Agora me sinto mais forte e tranquila. E bem mais feliz 🙂

Carta ao aniversariante

Eduardo,

É engraçado quando você vive muito tempo com uma pessoa, assim, muito tempo do seu dia. Você começa a perceber como ela se comunica sem palavras, o que a deixa aliviada ou irritada, aprende quais horas do dia ela está mais desperta ou sonolenta, quais comidas gosta e quais nem adianta comprar.

Hoje você completa 27 anos e a gente tem a mesma idade pelos próximos três meses, aí fico mais velha de novo. Um leonino com ascendente em capricórnio e lua em escorpião: menino orgulhoso, certinho e meio vingativo, hehe.

Uma vez minha amiga Paty me disse que o importante em um cara que a gente gosta é o quanto a gente admira ele, e eu te admiro muito. Você quase nunca reclama de nada e é bem paciente. Me ensinou a ver mais coisas, a ser menos egoísta, menos classe média sofre.

Você sempre me respeitou muito. Respeitou minhas crises, meus limites, minhas opiniões e meus ataques de raiva. Me esperou e me ajudou a voltar a ser eu mesma, uma eu mesma muito melhor que jamais fui.

Gosto da sua companhia. De sair pra tomar café e falar de bobagens, ou perguntar sobre política ou discordar de ti só pra treinar nossa argumentação. Gosto dos nossos maneirismos e que a gente goste de fazer coisas semelhantes mas tenhamos olhares diferentes, pra poder discutir.

Gosto quando você fica emocionado com coisas que eu acho simples, com uma história, uma música ou uma crônica. Amo sua sensibilidade. Adoro ser uma das poucas pessoas que sabem identificar seus sentimentos. De entender, com um toque ou um olhar, o que acontece à nossa volta.

Fico tão boba quando entro em um ônibus e você está lá, ou quando te vejo no meio da multidão. É como aquela segunda vez, que te esperei sair do metrô e pulei no seu pescoço e te lasquei um beijo: é aquele mesmo sentimento, quase cinco anos depois.

Feliz aniversário, meu bem. Que esse ano novo da tua vida seja espetacular.

Marta.

Post de aniversário

Que droga de ano, meus amigos. É a segunda vez que tento escrever esse texto, porque da primeira ficou tão negativo e cheio de mimimi que fiquei com medo de receber slides com anjinhos e mensagens de auto-ajuda por e-mail. Não sei se essa tentativa vai ser muito melhor, mas o importante é tentar.

Na verdade, o fato do importante ser o tentar foi o que me motivou a uma segunda tentativa. Explico. Depois de um ano inteiro de dor, operação e até a volta da depressão, me vi querendo “ser menos ansiosa” e “aproveitar mais o momento” porque eu “estou sempre esperando o futuro acontecer”, do tipo “quando eu fizer isso”, “quando eu tiver aquilo”, etc.

O que me abriu os olhos para isso foram muitos pequenos detalhes, arrematados pelo livro Comer, Rezar, Amar. Ele conta a história da autora, Elizabeth  Gilbert, que entrou em depressão depois de sair de um casamento e passou um ano viajando para se reencontrar. Acredito que essas pessoas escrevem esses livros porque nem todo mundo tem dinheiro para ficar um ano viajando para se reencontrar, então a gente vai na viagem alheia.

Foi esse livro que me apresentou 1) o “calma cara” way of life 2) o yoga 3) a esperança de ser uma pessoa mais calma e equilibrada. Eu notei que a vida toda fiquei esperando as coisas acontecerem e não vivendo o momento, então resolvi cortar isso.

Mas depois de uns três meses fazendo de tudo para conseguir pelo menos COMEÇAR esse caminho mais leve e mais calmo, uma conversa em voz alta sobre isso me lembrou de uma outra passagem do livro. Liz estava no retiro espiritual e queria ser a menina-quietinha-do-fundo-do-templo, o que era contrário à sua pessoa. Ela é uma escritora, viajante e jornalista. Fala pelos cotovelos, faz amizade com todo mundo e é muito ativa. Quando ela decidiu ser mais quieta, sua função mudou de lavadora de chão para recepcionista. Um jeito do Universo dizer para ela aceitar sua natureza. E foi aceitando a natureza de faladora que ela, guiando grupos de meditação avançada, conseguiu ser a menina-quietinha-do-templo.

Acho que eu fiquei tão loucamente focada em ser menos ansiosa que acabei ficando mais ansiosa e frustrada. Qual é, afinal, o limite entre lutar para ser uma pessoa melhor e começar a ser outra pessoa? Quando começamos a deixar de ser “melhores” para apenas entrar nos padrões de todo mundo?

O que é ser uma pessoa melhor, para começo de conversa? Uma pessoa mais gentil, mais amável, simpática? Uma pessoa mais inteligente? Mais… quieta? Mais madura?

Eu já nem sei mais o que eu quero melhorar em mim, sabe. Talvez seja justamente o oposto do que eu tenho feito. Nessa luta doida de tentar “melhorar” eu tô negando quem eu sou.

Eu sou impulsiva. Agitada. Conversadeira. Sociável. Comilona. E não tem nada de errado nisso. Eu não preciso ser menos comilona. Melhor: eu não QUERO ero ser menos comilona porque eu gosto muito de comer. Talvez eu goste muito de ser ansiosa e impulsiva também. Talvez sejam esses o temperos que deixam meu “caminho” (poque a felicidade não é o fim, é o caminho) mais interessante. E tudo bem se tem gente que gosta de comida sem sal/pimenta e gente que toma chá/café sem açúcar; eu não preciso ser igual.

Talvez o mais importante sobre mim é eu ser quem eu sou e deixar as pessoas serem como elas são. Me aceitar com as minhas esquisitices e deixar as pessoas com as esquisitices delas e amá-las por isso. Não apesar disso, mas justamente por elas serem esquisitas e diferentes.

Meu 2013 e meus 25 anos foram uma droga, sim, mas foram um ponto importante na minha trajetória. Eu não sei dizer se estou menos adolescente e mais adulta (mesmo morando sozinha, afinal, morar sozinha não quer dizer muita coisa quando se trata de maturidade), mas eu certamente estou mais Marta Preuss e muito mais tolerante com as outras pessoas. Talvez isso seja um bom começo para 2014. E se não for, bem, é o que tem para hoje.

Le post de aniversário

Não importa que eu quase não poste mais no Compulsive. Post de aniversário tem que ter. Ainda mais porque 25 anos é daquelas datas legais, assim.

Caraca, 25 anos. Nem acredito que cheguei tão longe.

Como sempre, aniversário é época de retrospectiva do ano. Portanto, posso dizer: 2012 foi um dos melhores anos da minha vida.

Já comecei o ano tendo alta médica do acidente, depois me mudei para morar com a Lec em São Paulo – realizando meu grande sonho de morar sozinha.

Engraçado isso de morar sozinha. Depois de uns meses, quando você pega a manha, descobre que ficar sozinha é um saco. Chato mesmo. E também aprende uma série de coisas, desde deixar a casa organizada até a fazer pãezinhos, no meu caso. Tô cozinhando haha. Além dos milhares de usos de atum. É fascinante como atum é versátil.

No trabalho, fui de redatora de tecnologia para assistente da editora-chefe e depois voltei a fazer site. O front-end é uma grande paixão, afinal. Fiquei um mês em agência e depois fui alocada – e efetivada – no ClickOn. Éramos uma dupla de front-enders para fazer o site novo e completamos a tarefa, modéstia à parte, com louvor.

Foi assim que consegui organizar minhas contas e ficou tudo bem de novo.

Ah! Esse ano também viajei. Conheci o Rio de Janeiro, um dos lugares que queria muito conhecer, e Campos do Jordão. Foi massa. As duas viagens foram com o Eduardo.

Completamos dois anos (!) de namoro e ele me deu a aliança no dia dos namorados <3

Que mais? Nem precisava de mais, né. Mas comemorei meu aniversário com os mais chegados com um churrasco temático de Star Trek – o bolo também era! – e hoje fui no show do Creed.

Cara, eu ouço Creed há 10 anos pelo menos. O show foi super incrível! Começou com “Are you ready?” e o encore teve “With arms wide open” e “My sacrifice”. Fui na pista e não me machuquei! Tô em êxtase ainda.

Termino 2012 feliz da vida e me preparando para as próximas jornadas, dessa vez com mais força, com mais serenidade e mais amor. <3

Eu também registrei aqui meus aniversários de 2011, 2010, 2009 e 2008.

24 anos: eu consegui!

Conhecer o Mário: melhor coisa do ano

Parabéns para mim, sério. Quando meu pai falou que envelhecer era difícil, não achei que fosse chegar no modo extreme tão cedo.

Na verdade nem foi o acidente que deixou tudo tão difícil. Nem tanto assim a recuperação. A coisa mais difícil dos meus 23 anos foi a depressão mesmo.

Com a depressão minha alma morreu. Tudo ficou preto e branco, sem razão de existir. E procurei uma razão gigante, um motivo maior que eu. Irônico. Quando eu não tinha nada, quando eu não era ninguém, achei que o mundo que estava pequeno.

Hoje eu estou viva. Minha alma está viva, brilhante, quente, vibrante.  Hoje eu sou feliz todos os dias ao acordar e tomar café com meus pais. Canto pelo caminho, durmo, me pinto, qualquer coisa. Sou feliz por chegar ao trabalho. Gosto de trabalhar. Vejo meus amigos. Volto pra casa.

A vida simples. Um dia de cada vez. Todo dia de paz, de felicidade, de tranqüilidade.

Eu não quero mais nada nesse universo. Não quero salvar o mundo. Não quero ser maior que o mar. Quero tudo que eu tenho: uma família maravilhosa, crescendo e melhorando;  um trabalho que é a minha cara, onde faço o que gosto e todos os dias são bacanas; um namorado fantástico, sempre presente, que me ama tanto; e amigos mais do que incríveis, não tem nem como descrever.

Conquistei muitas coisas aos 23 anos. Aprendi a morrer, aprendi a ter paciência, a andar, a tomar banho e ir ao banheiro sozinha, a fazer as unhas, a me maquiar, a trabalhar, a ser mais tranqüila, me cobrar menos e ser mais feliz.

Nunca estive tão bem e só tenho a agradecer a todo mundo que teve paciência, que ficou, que me ajudou. Obrigada, galera. Life goes on 🙂

Dos presentes de aniversário

Já?! Meu aniversário é dia 26! Hahaha, mas tudo que eu ganho em novembro é presente de aniversário, e se as lojas podem adiantar o Natal em um mês e meio, eu também posso. 😛

Primeiro ganhei uma estante para arrumar meus livros. E tava precisando mesmo.

Antes da minha estante
Antes
Estante arrumada
Depois

Essa foto nem é a mais atual. O espaço ali no meio agora comporta mais dos meus bonequinhos e agora também tem meus copos de Star Trek e etc.

Ficção Científica stuff
Literatura infanto-juvenil
Literatura infanto-juvenil
Copos de Star Trek do Burguer King

Tem uns livros do Gaiman e, como eu disse, mais bonecos. Mas tiro fotos melhores depois. Essas foram no dia, com o iPhone, por isso não estão essa maravilha toda (e se eu parar pra tirar fotos agora esse post não sai 😛 Tá difícil finalizar coisas esses dias.)

Outra coisa que eu ganhei foi a personalização de um All Star. O Pôlo sempre pinta camisetas pra ele e tentou em um All Star branco pra ele também. Vi e achei muito legal. Dei o tênis pra ele e ele pintou pra mim <3

Customized shoes

Customized shoes

Tão lindo <3

Hora do post de aniversário

Aniversário e 2009 misturado, porque passaram ao mesmo tempo e dependem um do outro.

Quando eu fiz 21 anos fiquei meio apreensiva. Tinha a impressão que era uma idade difícil. Pura bobagem minha: foi um ano delicioso.

Como ano passado eu fiz TCC, fiquei sem vida social. Então prometi que em 2009 conheceria a maior quantidade de pessoas que eu pudesse. O pessoal que convidei pra #nerdparty confirma que o plano foi muito bem sucedido.

Muito obrigada, então, à internet, ao curso de Jornalismo Cultural, ao inglês e aos três trabalhos que tive esse ano: Tribal, Fess’Kobbi e Gommo, por terem me dado a oportunidade de conhecer tantas pessoas especiais.

Essas mudanças de trabalho (também inexistentes ano passado) contribuiram absurdos para meu crescimento profissional, além do tempo para descobrir que esceever é a coisa que mais gosto de fazer na vida.

Minha vida amorosa foi a mais fantástica ever: nunca, na história desta que vos escreve, as vidas de solteira e comprometida foram tão bem aproveitadas e vividas. Agradecimentos e desculpas aos ex Alberson e Ray.

Cara, esse ano eu não briguei com a minha família. E minha família toda acalmou. Chegar em casa e ter um porto seguro tem sido vital pro meu humor.

Claro que fiquei triste alguns dias e chorei bastante. Mas esse ano eu não fiquei deprimida por longos momentos. Me curei?

As comemorações de aniversário foram um – um não, vários eventos a parte. Agradeço ao pessoal da Fess que até comemorou mas não pude ir porque tinha de ir trabalhar domigo de manhã, ao pessoal da ETE que foi ao Outback e ao Santa Augusta, ao Heron que fez um churrasquinho na casa dele e eu soprei velinhas, ao pessoal da Metodista e ao Marco que me fizeram ir beber no Miro, ao pessoal da Gommo que cantou parabéns e aos meus pais e irmã que foram almoçar fora comigo no rodízio hoje. Adorei todas, me diverti em todas, gastei muito dinheiro mas nunca vou esquecer!

Paty, eu e Lucas. Todas as fotos: Aniversário 2009

Aos 21 aprendi muito sobre mim. Foi meu primeiro ano (desde os 3) que não fiz um curso regular que tomava mais da metade do meu dia e boa parte dos meus fins de semana, e devo dizer que poder sair à noite para tomar cerveja sem peso na consciência é uma das melhores coisas que já fiz. O Compulsive viu como amadureci esse ano. E “sempre em frente, não temos tempo a perder”.

Hoje em dia muita coisa faz sentido pra mim. Da minha TPM às minhas paixonites e meus fins-de-namoro, tenho feito as coisas com alguma clareza de raciocínio. Tô confortável: como solteira, como analista de front-end na Gommo, como amiga, como filha e principalmente como Marta Preuss.

Princesa`s day!

E faz mais ou menos um ano que a gente se encontrou pessoalmente, mas nem sei quando foi que a gente virou amiga de gtalk 😛

Então, parabéns, feliz aniversário! Obrigada por ter me ensinado algumas coisas que só você poderia ter ensinado! Obrigada por fazer parte da minha vida, por compartilhar coisas no gTalk e por fazer meus dias mais felizes!

Apareça mais vezes. Eu sinto tanto a sua falta! E eu ainda não te vi “nova”. Total errado.

(e adivinha pq q eu tô postando só 23h45? TCC, óbvio.)

E aí eu fiz 21 anos

Eu tô feliz e triste por esse ano de vida que passou.

Tô feliz porque eu tinha dois objetivos: fazer um bom TCC e ser efetivada na Tribal. E eu vou passar de ano e fui efetivada na Tribal.

Entretanto, um ano inteirinho sem sair, sem amigos, sem namorado foi difícil. Ficar sem namorado não é difiícil quando você sai e vai se divertir com seus amigos e fazer solteirices. Eu não fiz solteirices.

Não sei. Passou, tá acabando. E passou rápido, nossa!

Eu mudei em

  • Eu sou uma pessoa mais alegre do que era ano passado. Eu que me chamava de “pessoa deprimida”, hoje tenho mais controle sobre meus mimimis e mal-humor.
  • Não sou mais viciada em cafeína.
  • Eu sou mais vaidosa.
  • Eu tenho as coisas que eu quero, mesmo que fique no vermelho. (inclusive crédito no celular e o iMac!)
  • Eu consigo ver mais lados hoje. Hoje nem sempre a culpa é minha.
  • Eu sou BEM menos reclamona.

Eu continuo igual em

  • Ser desesperada responsável. Coisas tem de ser entregues no prazo e ninguém liga pra isso.
  • Ficar sem dinheiro/ no vermelho.
  • Continuar engordando, compulsiva por chocolate.
  • Trabalhando muito.
  • Quando eu fico brava, eu fico brava e grossa e as patadas que eu dou são piores que tapa na cara. (aliás nisso eu piorei =x)

Presentes!!!

Ganhei duas camisetinhas (não tem foto, sorry), uma puket *-*, uma bolsa roxa *-*, a guitarra de Guitar Hero pra Nintendo DS *-* e uma caixa de água de coco (?).

Na Tribal todo mundo deu parabéns e abraçou, adoro! E a gente foi no meu restaurante favorito almoçar (em 12 pessoas! *-*) e deram um musse de chocolate com uma velinha e cantaram parabéns!

Minhas férias parte III

Esqueça tudo que escrevi ontem. Passado o tipo de tédio e sensação ruim, foi tudo ótimo. Minha mãe até riu e talz. Vi TV, descansei, essas coisas.

Hoje não pensei besteira nenhuma vez o/ Tirando as besteiras que eu me autorizo a pensar porque sei que não me fazem tão mal e vão passar logo. E também é divertido. Enfim 😛

Tô MEGA preocupada com o TCC. A cena que eu tô fazendo é mais difícil do que eu pensava e – desculpa, Lu – eu xinguei absurdos o Lucas por ter feito com camadas de Hue/Saturation no Photoshop e só parei de xingar quando pensei na possibilidade de salvar vários jpgs diferentes e fazer alphas neles. Tá feio ainda. E eu tenho de fazer isso, um blur, e as palavras mexendo, e os códigos de coisas mexendo estão dando pau e ainda tem a peça gráfica! OMG… *apavorada* Amanhã é quarta já, de quarta tem reunião, e eu acho que eu vou ficar acordada hoje e quinta fazendo pra sexta poder mostrar várias coisas pro Sérgio…

A pior parte é que eu tô MEGA cansada e às vezes fico pensando se valeu mesmo a pena eu ter tirado essa folga agora… E depois de muito pensar, cheguei à conclusão que ia me arrepender se folgasse ou não, então, que se dane

Nintendo DSE o que mais ajuda a não fazer nada de TCC (é, eu tô travada ontem e hoje), além do Snoopy (lógico, e ele tá cada dia mais fofo e mordedor *-* e ele tá parando de chorar, o que faz dele o cachorro perfeito *-*), foi que meu pai queria ir ao shopping comigo pra eu escolher meu presente de aniversário (dia 26/11) e Natal. Ele queria me dar uma cadeira da Tok&Stok (chique!), porque mesa pro computador eu já tenho. E no caminho ele contou que eu podia escolher o que quisesse. Então deixei a cadeira pro Natal e fiquei pensando…

Eu pego o DS? Fiquei pensando porque já fazia algum tempo que o do Lucas (ele me emprestou quando comprou o PSP) estava encostado. Mas… Peguei, #prontopeguei. LEEEEEC, agora eu tenho um DS de verdadeeee! xD Meu pai pagou ele e o R4, e eu paguei o mini SD e o The Sims original pra PC pra minha irmã. Cara, é muito legal! Eu joguei DS algum tempo com emulador, depois joguei muito tempo o DS do Lucas mas ter um meu e ter um novo é muito gostoso!

As diferenças entre os DS do Lucas e o meu, novo. Deve ter alguma configuração pra brilho, não é possível...

Já baixei trilhões de jogos de DS (cuidado com as pop-ups), e a bateria está no vermelho. Quando ela acabar, tenho de fazer a primeira carga, por seis horas. (talvez aí eu pare de jogar pra dormir ou algo assim aeuhauheuahe)

Pronto, essas eram as novidades. Agora vou voltar pro TCC…