Star Trek: Voyager

Star Trek: Voyager

Se você não sabe, Eduardo e eu gostamos muito de Star Trek. Mas um problema pra quem gosta muito de Star Trek é que não basta ver uma série ou um filme. São doze filmes, o décimo terceiro a caminho. São várias séries: TOS, TNG, DS9, VOY e ENT. Já vimos as três primeiras e terminamos a Voyager esses dias.

O que dizer dessa série que mal acabei de ver e já considero pacas?

Em Star Trek: Voyager a nave erm… Voyager… é jogada em um quadrante longe pra caralho e vai levar uns 70 anos pra voltar para o nosso quadrante. Capitã Janeway precisa trazer todo mundo de volta para casa – e não vai ser fácil, nem rápido. No caminho encontram diversas raças, muitas hostis. Mas em nenhum momento perdem a esperança de ver novamente o quadrante Alpha e nunca se esquecendo dos princípios da Federação.

Eu nem sei por onde começar a rasgar seda pra essa série.

• A capitã é uma mulher

• Ela não precisa de homem nenhum, tanto que acaba solteira e bem-resolvida

• Aliás, todas as personagens mulheres são fortes e profundas

• Volta com a ideia de exploração do espaço e é uma série muito, MUITO, M U I T O mais dinâmica que Deep Space Nine

• Os conflitos éticos são geniais

• O médico é um holograma. Hologramas são pessoas? Paradigma do Data all over again, mas ainda assim, bem interessante. Sempre cutucando a escravidão. Never forget.

• Tem o Q, várias vezes

• Tem um programa de holodeck brincando com seriados antigos de ficção cientIFICAAAAA

• Tem um volcano  

• Ou a obsessão da Janeway com café

Se você não aguentou ver DS9, não tem problema. Veja. Voyager.

AH! A Sybylla e eu escrevemos um post falando sobre as mulheres de Star Trek e tem uma parte sobre as mulheres de Voyager. Vê lá!

 

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