Category Archives:Cabine de comando

Limpando partição /boot no Ubuntu

Tenho usado Ubuntu no meu computador pessoal por todo esse ano e já estou bem acostumada com o sistema. Ele é ótimo para desenvolver, mas também é muito bom para uso no dia-a-dia, com browser, Steam, essas coisas. Mas a maioria das pessoas acha que é um sistema complicado e não muito amigável. Pequenas coisas do dia a dia parecem difíceis de resolver. Mas nem são.

Eu tinha um problema recorrente e super simples de resolver. Sempre que rolava alguma atualização grande eu recebia uma mensagem de “falta de espaço na partição /boot”. Isso me deixava apavorada porque o tanto de trilha zero que já brikei nessa vida não é brincadeira.

space

Também não dava para mudar tamanho da partição /boot porque o Ubuntu cria isso quando ele instala e ele cria meio que automaticamente, eu nunca escolhi o tamanho dela. Confesso que já formatei em algumas atualizações. E para resolver era super simples:

Primeiro liste tudo que você não está usando

kernelver=$(uname -r | sed -r 's/-[a-z]+//')
dpkg -l linux-{image,headers}-"[0-9]*" | awk '/ii/{print $2}' | grep -ve $kernelver

Agora apague os que precisar

sudo apt-get purge linux-image-[valor que você encontrar]

Por exemplo, se apareceu na lista o linux-image-3.0.0-12 você escreve sudo apt-get purge linux-image-3.0.0-12. Removendo o pacote linux-image-x.x.x-x, também será removido o linux-image-x.x.x-x-generic.

Ou você pode instalar o Ubuntu Tweak, ir na aba “Limpeza” ou “Janitor” e ele faz tudo automaticamente.

janitor

Pronto 🙂 Já pode atualizar tudo tranquilamente agora. Atualizei do Ubuntu 15.4 pro 15.10 sem nenhum problema, rodou super suave, nem parecia linux. Testa e depois me conta 😉

Paradoxo Tostines da mulher no espaço de trabalho

Eu sempre acreditei que não gostava de garotas. Por dois simples motivos: 1) eu gostava de meninos e 2) gostar de garotas era, senão errado, ruim. Cresci acreditando nisso ao mesmo tempo que desejava meninas, expulsando o pensamento da minha mente tão logo ele surgia. Depois de muitos anos, uma amiga me disse “Hey, Marta, você é bi, né?”. Nessa idade eu já tinha conseguido desconstruir uma grande gama de preconceitos meus e finalmente entendi: “Num é que eu sou, menina?!”.

Foi assim que me senti lendo Faça Acontecer, da Sheryl Sandberg. A alta executiva do Facebook, ex Google, uma das poucas mulheres em altos cargos do Vale do Silício explica como é ser mãe, ter vida profissional, e porque tão poucas mulheres fazem a mesma escolha. Eu finalmente entendi que não basta ser mulher e ir lá. Isso não acontece assim.

Recebemos instruções a vida toda de como ser mulher, como devemos nos portar e até de quais cores a gente gosta, quais matérias a gente gosta na escola. O caminho do sucesso (e ela usa uma analogia muito legal: não aescada do sucesso, mas o trepa-trepa do sucesso; não é uma linha reta, mas um brinquedo cheio de possibilidades, descidas, andadas) começa a ser escrito quando somos crianças.

É muito fácil julgar uma mulher tanto por ser mãe e continuar no trabalho, quanto por não ser mãe e continuar no trabalho, quanto por ser mãe e sair do trabalho. A única opção viável é ser homem: foi isso que a gente aprendeu. Sheryl conta como ela lida com isso e, em resumo, é: com a ajuda dos homens (chefe e esposo) e sem esperar ser perfeita.

Aliás um bom resumo do livro é essa palestra que ela deu pro TED Woman:

E aí caiu minha ficha em vários pontos do meu comportamento profissional. Por exemplo, eu tenho o costume de pedir desculpas por tudo. Por o que eu chamo de atraso para responder um e-mail: “desculpa a demora”. Mas às vezes meu chefe, o cliente, eles demoram muito mais e não pedem desculpas por nada. Arrisquei e: ninguém se importou de eu ter respondido um e-mail no dia seguinte e não pedir desculpas.

Eu sou bem incisiva. Mas quando meus colegas homens erram, eu tomo o maior cuidado. Sou cheia de dedos, chamo em privado no chat, faço a crítica construtivamente: “olha da próxima vez talvez seria melhor se a gente fizesse desta outra forma” mesmo que por dentro eu esteja “caralho filha da puta, custa fazer o negócio direito, porra?!”. Em contraponto, meus colegas de repente berram PORRA MARTA VOCÊ FEZ UMA BESTEIRINHA INSIGNIFICANTE AQUI HEIN no meio da sala para todo mundo ouvir. Ninguém se importa.

Ou quando meu chefe está concentrado, ele simplesmente corta quem for e segue focado no que ele quer saber – não importa se é uma ideia maravilhosa ou se perdi dias programando algo. Mas quando eu preciso falar não, eu peço para outra pessoa falar por mim (“pergunta pro meu chefe se é ok”) ou fico até mais tarde ouvindo ladainha para não cortar ninguém e parecer grosseira. Porque, como eu sou menina, é esperado que eu seja gentil e fofa; quando eu sou incisiva, as pessoas acham que eu sou grossa.

(as pessoas acham que eu sou grossa o tempo todo e isso me pesa muito mais do que eu admito na vida real. me sinto na obrigação de ser gentil o tempo todo e falho sempre. 98% das vezes que sou grossa, não percebi que fui).

Com esse livro, caí no paradoxo do “é crocante porque é fresquinha ou é fresquinha porque é crocante?” das bolachas Tostines: as mulheres não querem chegar nas áreas de gestão ou as áreas de gestão afastam as mulheres? Porque os dados (e todo o livro da Sheryl é baseado em dados) dizem que mulheres começam equalitariamente no mercado de trabalho, mas quanto maior o cargo, menos mulheres. Elas são menos gananciosas ou elas foram ensinadas a serem assim?

Comecei a reparar quais meus comportamentos não eram necessários para mim como profissional e percebi o quanto floreava e sofria por não atender as expectativas de uma mulher em um cargo maior. Como colega, ninguém se importa; a coisa complica quando sou eu distribuindo demandas e resolvendo problemas.

Claro que isso ainda vai me afetar e não estou dizendo que este caminho é o que toda mulher deve seguir. Afinal, o feminismo prega a liberdade para a mulher fazer sua escolha e não se sentir culpada pela escolha que ela faz. Mas me decidi a arriscar porque quanto mais mulheres (e negros, gays, bissexuais, trans, etc) líderes, menos precisaremos do adjetivo. Seremos todos apenas “líderes” e não “mulheres líderes”.

E tenho menos medo (e até estou pensando!) da possibilidade de ser mãe. Entendi que não preciso escolher entre ter uma carreira e ser mãe, apesar das concessões que vou precisar fazer no dia a dia para equilibrar as coisas. Mas isso todos fazemos, né?

Ironicamente ou não o próximo livro da lista chama “Comunicação Não Violenta” e deve complementar isso tudo. Não quero ser uma escrota; é importante que as pessoas gostem de mim / de trabalhar comigo porque eu dependo delas e quero que elas se sintam confortáveis. Mas também não quero ser uma frouxa. E achar o caminho do meio é meu grande desafio.

Steven Universe

Tô viciada em Steven Universe (eu chamava de Steven’s Universe até descobrir que o sobrenome dele é Universe, e não é o Universo do Steven, mas o trocadilho permanece).

O desenho da Cartoon Network conta a história de Steven, um garotinho engraçado que vive com as Crystal Gems. Filho de uma Crystal Gem (que aparentemente faleceu no parto) e um humano, Steven é um humano e uma gema – e sempre salva o dia.

Com episódios curtos, de dez minutos, Steven Universe consegue abordar temas complicados. Logo nos primeiros, explica porque Steven não mora com o pai. Mostra que a gente pode recuperar monstros para serem bons. Mostra crianças sem a presença dos pais. Ensina o perdão e a empatia.

Sem contar a diversidade: Garnet é negra, Steven é gordinho e sua mãe, Rose, também era. Mas isso nunca é motivo de piada. Inclusive, Rose é uma das mulheres mais bonitas da cidade deles. Ainda não cheguei nesse episódio, mas sei pelo tumblr que a Garnet é a mistura de duas gemas que se amam muito. Sim, casal lésbico. <3

Gosto de assistir enquanto janto, porque é leve, curtinho e faz mais sentido pra mim que Hora da Aventura. Procura na internet que tá cheio de lugar pra ver online 🙂

Mais desapego

Já chorei aqui como é difícil me desapegar das minhas coisas mas já que isso é o que tem pra hoje, vamos lidar né, e tentar tirar o melhor possível da situação (dinheiro).

Minha mãe e minha irmã estão lidando com isso pra mim (eu ia falar “me ajudando” mas na verdade elas estão fazendo tudo sozinhas) e separaram alguns objetos que estamos vendendo.

A maioria é eletrônico, 110v. Aqui em Florianópolis a voltagem é 220v, então perdi boa parte dos meus presentes e eletrodomésticos que já tinha. A ideia é vender os antigos e comprar novos aqui.

Se você não liga para nada disso, pelo menos veja as descrições dos produtos que minha irmã fez como se fosse uma loja de the sims e divirta-se!

http://lojaadeussp.tumblr.com/

Blog day!

Acho que Blog Day nada mais é que um Top 5 dos meus blogs favoritos, né? Isso vai ser meio difícil.

Antes eu era viciada em blogs. Meu Google Reader estava sempre EXPLODINDO de itens não-lidos. Era J, J, J (J fazia passar para o próximo item)… Mas aí nessas mudanças da vida, já fazia uns quatro anos que eu não seguia blogs com tanto afinco.

Nesse Beda aproveitei o embalo para retomar minha vida como consumidora de blogs. Tinha muita coisa bacana no Rotaroots e a gente foi se conhecendo. Adorei as amizades novas e, mesmo que eu nem sempre comente, leio tudo que vocês escrevem 🙂 O InoReader é minha conexão com vocês.

Apesar de ter sido duro, fiz meu Top 5. Vamos lá?

Receitas

5) Receitas de minuto

Linda, fofa, de cabelo azul, a Gisele me ensinou a cozinhar com seus vídeos bem humorados, de instruções fáceis e rápidas. Além disso ela adotou o Capt. Dallas, o cachorro mais fofo do mundo. No blog ainda tem dicas para cuidar da casa e da cozinha.

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Nefelibata

4) Nefelibata

Um tumblr para falar sobre gordofobia que sempre traz posts bem estruturados sobre a realidade de ser gordo. Sempre discussões profundas visando desconstruir a gordofobia do dia-a-dia. Um lugar para entender que gordofobia não é mimimi.

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JoutJout

3) Jout Jout

Vale videolog? Espero que sim. Jout Jout fala de feminismo e de outros assuntos difíceis com naturalidade, sendo engraçada e carismática. Ajudou muita gente a entender o que é abuso e, além disso, olha o cajado!

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lec

2) Lecticia

Eu sei que é puxar muita sardinha mas se estamos aqui de volta é graças a Lec. A empolgação dela me motivou, e acho que eu motivei ela também. Ela escreve muito bem, fala de coisas muito bacanas e somos amigas há muito tempo, então gosto demais do blog dela.

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lugar

1) Lugar de Mulher

Nenhum outro blog tratou o feminismo para as minas de um jeito tão carismático, próximo e amigo. O empoderamento causado por este canal teve reflexo claro na minha vida e na de amigas queridas, e eu devo muito a ele. Não ter comentários é a melhor coisa. Amo o LdM. Muito. Obrigada por existir.

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Menções honrosas

Obrigada por compartilharem seus conteúdos com a gente 

Balanço do Beda

Eu ia fazer isso junto com o Blog Day mas achei melhor separar as coisas.

Acho que esse agosto foi o primeiro mês em muito, muito tempo (senão o primeiro mês de todos) que postei todos os dias aqui no Blog – e olha que estamos juntos desde 2006. Tivemos algumas estatísticas divertidas.

Durante o Beda foi publicado meu 800º post nesse blog. Para quem não sabe, esse foi meu quinto blog. Se não me engano, a ordem foi: Blig, Blogger, Weblog, UOL Blog e Zip.net. Aí fiz uma conta no wordpress.com e, quando finalmente peguei meu domínio e hospedagem, transferi os arquivos do wordpress para cá.

Aproveitei o Beda para achar e validar a nova identidade do blog. Não (apenas) quanto a layout, mas quanto às categorias, sobre postar todos os dias, quais posts fazem mais sucesso e, claro, quais gosto mais de escrever.

Postar todos os dias não fez tanta diferença assim nas visitas, principalmente porque a maior parte das minhas visitas diárias vem de dois posts: Removendo Piercing e Como meu corpo reagiu ao Prebictal. Ainda assim, teve um grande pico de visitas dia 13 de agosto quando implorei pra gente parar com isso de “normal”, o que fez a média de visitas ser a maior do ano até agora.

Alguns dos posts mais lidos de agosto. Em laranja, artigos publicados esse mês.
Alguns dos posts mais lidos de agosto. Em laranja, artigos publicados esse mês.

Como não tem publicidade no meu blog, não é a parte de visitas que importa: é eu me divertir fazendo, e disso não posso reclamar. É impressionante como eu gosto de falar, como sempre tem algo pra dizer. Ficar mais atenta à internet, juntar os links para o Relatório de Voo, agendar tudo, selecionar imagens favoritas… É gostoso voltar nessa rotina e tenho um diário de como é viver aqui em SC.

Outra coisa importante foi cuidar melhor do blog: as categorias são novas, achei o plugin perfeito de posts relacionados, o plugin de calendário de posts também ajudou bastante e aquilo de usar GIT com FTP mudou minha vida de desenvolvedora blogueira para sempre.

Postar de final de semana não foi muito legal, não. Os 8 posts extras não agregam muito, ninguém vê (de final de semana a visitação é sempre menor porque as pessoas estão vivendo) e cansa demais. Fazer cinco por semana é bem mais fácil do que sete. As temáticas, entretanto, são divertidas. Eu estava com um lugar do mundo real e o Relatório de Voo. Eles provavelmente serão mantidos.

Outra coisa que vou manter são as que vocês mais parecem ter gostado: as crônicas e as tretas. Os posts de tecnologia também tiveram bastante interação pelos nerd que são meus amigos no FB então essa minha veia SlackOverflow permanece também – mesmo porque adoro fazer essas coisas.

Então amanhã o Beda acaba, mas o Diário de Bordo continua tendo posts de segunda a sexta até eu cansar.

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Perguntas que sempre respondo

É mesmo, você tem um blog? É sobre o quê?
É um blog pessoal que fala sobre programação, feminismo, lugares que visitei, tem umas crônicas com coisas que aconteceram na minha vida… É meio blog de raiz.

Por que você não coloca publicadade no site?
Porque não quero. Eu escrevo profissionalmente e não quero escrever profissionalmente aqui. Quero escrever do que eu quiser, quando eu quiser. Quero falar mal das coisas e das pessoas. Quero que eu seja a única pessoa a agradar nesse processo. Quero me divertir e não fazer por obrigação. Quero que seja sem foco, do jeitinho que é. Não quero ficar ansiosa vendo relatórios de centavos ganhos. Não quero deixar meu emprego para viver de blog. Quero só brincar.

Você faz template de blog?
Sim. E ajudo a instalar, customizar, tiro dúvidas, etc. Nem sempre tenho tempo para pegar projeto grande, mas qualquer coisa manda um e-mail para marta.preuss@gmail.com.

Como faço para ter muitas visitas?
Não sei. Acho que se você quer muitas visitas, pode abrir sua casa, botar uma plaquinha “visitas são bem vindas”. Se você gosta de escrever, aí sim recomendo fazer um blog. Mas o Rotaroots me apresentou vários blogs legais e vamos criando essa corrente de visitas e comentários nos blogs uns dos outros.

Eu deveria fazer um blog?
SIM.

Mas por onde eu começo?
Crie uma conta no tumblr, no blogger, no wordpress ou qualquer outro lugar e divirta-se 🙂

Plugins fantásticos de WordPress

Trabalho constantemente com WordPress. Ele está entre os freelas que mais gosto de pegar e sou apaixonada pela plataforma. Estamos juntos há anos e já passamos por diversas fases. Hoje, com vocês, alguns plugins que eu uso sempre, além do básico.

Regenerate Thumbnails

Toda vez que instalo o WordPress preciso instalar esse plugin também. Quando eu mudo de tema, as imagens antigas ficam com o tamanho errado de miniatura. O plugin refaz todas as imagens para os novos tamanhos do tema, e aí fica tudo bonitinho. Para usar, é só ir emFerramentas > Reg. Thumbs e ele vai refazer as imagens todas.

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Editorial Calendar

Para conseguir manter o #Beda em dia, precisei de algo visual para me organizar. O Editorial Calendar permite adicionar posts como rascunho nos dias, editar facilmente e mover posts pelos dias. Assim fica claro o que vai entrar e quando. Para usar, basta instalar e ir em Posts > Calendário.

calendario

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WP Emoji One

Auto-explicativo 😛 Apesar do WordPress ter seus emoticons, já estamos muito acostumados ao modo Emoji de nos comunicar. Só acho meio zoado porque ele coloca como imagem mesmo e às vezes o Facebook ou o Twitter pensam que essa é a imagem principal do post. Para usar, tem um ícone na barra de formatação de texto quando você escreve um post novo.

emoji

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Social broadcast

Tenho uma preguiça federal de ficar postando no Twitter e no Facebook cada vez que sai um post novo – além de esquecer, lógico. Já testei outros mas esse plugin é o melhor. Ele me deixa escrever o texto de cada rede social individualmente e não preciso criar apps nos sites para funcionar.

Social Broadcasts

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Quando eu falei lá em cima “além do básico” eu me referia ao Jetpack, oAll in one SEO pack e ao All in one WP Security que são plugins que ajudam muito e deveriam vir por padrão 😛

Além deles, o melhor que encontrei até hoje para posts relacionados foi o Related Posts by Taxonomy, a vida ficou mais fácil com o shortcode para iframe e também uso o Alert Post is Old para posts acima de três anos. Ufa!

Quais são seus plugins favoritos?

Deploy com Git usando FTP

Esse é mais um daqueles posts cheios de termos técnicos que eu vou super entender se você quiser pular.

No trabalho fazemos deploy automático com git: quando faço um push em master ele faz o deploy sozinho para produção. Isso facilita muito o trabalho porque

  • não vai código sem versionar para produção
  • se der problema é só voltar o commit anterior
  • todo mundo tem autonomia para fazer deploy com segurança
  • não tem como esquecer de enviar algum arquivo
  • temos um histórico de mudanças no projeto, versionado

e muitas outras vantagens. A mais óbvia, pra mim, é que como é automático não tem a mão humana, o que diminui o risco de erros. A gente já fez deploy de redesenho inteiro tipo sexta-feira três da tarde. Aqui é vida loca.

Então eu quis trazer toda essa magia pra casa.

Minha ideia era ter um ambiente local do meu WordPress com multisites que fosse espelho do ambiente de produção e conseguir fazer deploy com git usando ftp, porque meu host não tem ssh.

Acho que configurar o ambiente local com WordPress multisites foi o mais chato. Mas segredo estava nos VirtualHost do Apache.

Funciona assim: para ter WordPress local você precisa de um ambiente (L/M)AMP (Linux/Mac MySQL, Apache e PHP – tem xampp para Windows). Para WordPress sem multisites, é só fazer uma instalação como se fosse em produção: crie uma base no MySQL e instale no localhost.

No WordPress multisites, você não consegue instalar se o endereço for localhost ou 127.0.0.1. A primeira reação é mudar no htdocs para o 127.0.0.1 redirecionar para algum domínio falso, tipo wp.local. Mas você não vai instalar seu WordPress na raiz do htdocs porque se você tiver outros projetos, vai precisar da pasta. Então o endereço acaba ficando wp.local/pasta.

Isso dá um monte de problemas de redirecionamento. Quando criava um novo sub-site perdia os estilos do admin e do blog filho. Uma vez até consegui arrumar isso com .htaccess e paciência, mas meu deus, tava difícil.

Aí descobri os VirtualHosts do Apache, que fazem novos “ambientes” dentro de pastas. Então consegui configurar um wp.local direto para a pasta ~/var/www/html/wp por exemplo. Aí rolou lindo. Ainda uso Multisites com sub-pastas e não subdomínios no ambiente local porque a cada subdomínio eu precisaria criar um Virtual Host e fiquei com preguiça.

A parte do git é tranquila: criei um repositório no BitBucket, baixei na mão tudo que meu host tinha e depois criei um first commit com tudo. Claro que demorou, porque é muita coisa, mas não tive problemas.

Para a parte do FTP foi bem mais simples do que eu esperava. Tem esse plugin Git-Ftp que foi só instalar, configurar e pronto.

Agora meu processo de melhorias no layout do blog não é só mexer no Editor aqui no painel do WordPress, mas

  • Abrir o ambiente local e fazer as modificações
  • Commitar e dar push no repositório
  • Fazer push com FTP

e só então aparece online. Mas isso me deu uma segurança enorme de ter minhas alterações versionadas, de testar antes de colocar coisa quebrada no ar e subir só os arquivos necessários com mais facilidade.

Sei que só dei uma pincelada nesse post, em vez de dizer parte a parte o que fazer (apesar dos links), mas se você enroscar pergunta nos comentários que a gente tenta ajudar 🙂

Sites favoritos de… hnm, favoritos.

Olá vocês, aqui é a Louca da Organização trazendo mais dicas para você ficar feliz com seu mundo virtual 😀

Meu principal problema com o mundo virtual é amnesia de monitor. Sabe, tem amnésia de longo prazo, de curto prazo e aquela que ataca quando o monitor é ligado e você fica tipo “Hnmmmm o que eu ia fazer mesmo?”. Por isso se eu vejo algo legal na internet, eu preciso salvar, senão vai entrar no limbo da memória do óbvio e vou esquecer para sempre.

Exemplo: uso um editor markdown para escrever os posts e ele chama literalmente MARKDOWN EDITOR mas sou incapaz de lembrar o nome quando vou escrever um post. Por isso eu preciso de favoritos.

Outra coisa sobre favoritos é que eles precisam ser acessados de qualquer lugar do mundo, senão não faz muito sentido né? Aí você chega em casa e fica “puuuutz no PC do trabalho tinha o que preciso”.

Então, aí vai:

5. Tumblr

Eu sei que é esquisito mas não raro vou rolar nos arquivos do meu tumblr para encontrar algo que rebloguei que adorei, principalmente gifs. Favs funcionam também. O problema é que é meio difícil achar as coisas porque a busca por texto não ajuda.

0-tumblr

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4. The Old Reader

Não tem como eu lembrar os endereços de todos os blogs que acesso, então tenho usado o The Old Reader como leitor RSS. Quando tem algo bacana, eu favorito. Também dá para usar o Feedly com o mesmo propósito, mas como estou nessa vibe toda oldschool de blogs, achei o Old Reader mais apropriado 😛

0-The Old Reader

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3. Wunderlist

Se eu preciso salvar algo para ler depois o lugar é o Wunderlist. Já falei que uso no dia-a-dia para me organizar então tenho uma lista também de “Ler depois”. Prefiro manter tudo no mesmo lugar. Não vejo porquê não usar listas de favoritos também.

Screen Shot 2015-08-07 at 1.49.34 PM

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2. Favoritos do Chrome

Ainda é o que uso com mais frequência, apesar de não ser a principal fonte de favoritos (que é o Clipular, abaixo). Com o Chrome sincronizado com a minha conta de e-mail, tenho os favoritos em todos os computadores onde faço o login. Também dá para exportar, importar e organizar aqui: chrome://bookmarks. Com o plugin bookmark manager fica ainda mais fácil organizar tudo.

Screen Shot 2015-08-07 at 1.50.48 PM

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1. Clipular

O que mais gosto no Clipular é que é super fácil de usar: apertando alt + alt posso selecionar um pedaço da tela e apertando alt + espaço ele salva a tela inteira. Depois posso colocar tags, deixar públicas ou privadas e divulgar a página dos favoritos de alguma tag.

0-clipular

E você, o que gosta mais para salvar itens como favoritos?

Sites de temas para WordPress

Tá feio? Tá chato? Não te representa mais? Hora de mudar o tema  Minha hora favorita 

Veja bem, eu sou programadora. Eu faço temas para WordPress, Tumblr, Blogger. Mas quando é sobre o meu blog… já sabe né. Essa versão do Diário de Bordo é baseada em um tema. Eu só mudei o topo e algumas coisinhas por aí. Precisa ser prático, simples. Pensar coisas para os outros é sempre mais fácil.

Se você quer mudar a carinha do blog, vem comigo que tem alguns sites legais para você conhecer:

Colorlib

Colorlib

Foi aqui que peguei esse tema base. Já usei outros vários deles. São grátis e fáceis de instalar. Geralmente nem precisa de muita configuração e são bem bonitinhos. São poucas as opções de temas grátis mas tem vários pagos. http://colorlib.com/wp/themes/

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aThemes

AThemes

Alguns mais voltados para sites institucionais (pode ser útil também), mas com algumas opções para blogs pessoais. Eu sempre vejo os de sites institucionais também porque às vezes a página “Blog” é bonita e você não precisa colocar toda a carona de site e tal. Opções pagas e gratuitas. http://athemes.com/wordpress-themes/

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FabThemes.com

FabThemes

Um dos meus favoritos. São temas bem versáteis, fáceis de customizar, bonitos e gratuitos. Já usei vários deles.  O bom é que a base é a mesma para todos, então depois de usar o primeiro, você já sabe todos os atalhos para customizar todos. http://www.fabthemes.com/

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DesignWall

DesignWall

Já usei temas deles também (vadia dos temas, dsclp). São bem bonitos, fáceis de usar e diferentes. É bom para sair do marasmo coluna de posts, barra lateral (pelo menos até enjoar de outro esquema de novo, hahahah) http://www.designwall.com/wordpress/themes/

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MOONTHEMES

MoonThemes

Várias opções de temas gratuitos sempre exaltando imagens, seja um carrossel na home, seja listas como temas de Tumblr. http://www.moonthemes.com/themes/

E aí, qual sua loja de temas favorita?